sexta-feira, 27 de março de 2009
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Slipknot - Vol.3 The Subliminal Verses

1 comentários


Gênero: Nu Metal
País: Estados Unidos
Ano Lançamento: 2004
Comentário: Sem dúvidas, o Slipknot é a banda de Nu Metal que eu acho mais foda, e de longe. Porquê? É nesse álbum que isso se explica. Uma banda taxada de "fingida e poser", fez aqui um álbum experimental, inovador e principalmente, BOM.

Aqui o que vemos é uma mistura de New Metal com vocais "quase guturais", gritos animalescos, grooves a todo momento, bumbos duplos, guitarras em riffs simples, porém pesadíssimos, letras totalmente insanas, um bocado de melancolia, e mais uma penca de influências de Death Metal, Thrash Metal, Jazz, e qualquer coisa que lhe vier a mente.


Nesse álbum, temos The Blister Exist com uma batida quase industrial e pesada, seguida de Three Nil com uma intenso Blast Beat e os vocais mais raivosos do que nunca do Corey Tailor,
além do riff indubitavelmente de Death Metal no decorrer da música toda, culminando em um refrão com gritos insanos, vocais limpos e mais um blast beat que com certeza eu pouco vi em outras bandas do gênero. Duality, bem conhecida, tem aquele groove caracteristico da banda, que chega até a dar um nó nos ouvidos de tão brutal (com o perdão do trocadilho) que é a transição das músicas, da pesadíssima Three Nil pra comercialíssima Duality. No fim das contas, a letra absolutamente insana e o riff - putamente simples, ou, ruim, como gostam de dizer - salvam a música da monotonia. Depois temos Opium Of The People, essa voltando ao peso do inicio do álbum, combinado com os riffs esquisitos que vemos na anterior. Circle, é uma música extremamente experimental, começando com uns sons bizarros, para depois cair em um violão acústico com a voz limpa de Corey Tailor, violoncelos e uma atmosfera absolutamente melancólica, mais uma vez quebrando totalmente com o estilo da música anterior. Welcome começa com um intenso groove, vocais pesados e o bumbo duplo de Joey Jordison comandando as guitarras. No meio da música, ainda vemos viradas de bateria numa velocidade incrivel, além de um solo desconcertante. A próxima, Vermilion, é talvez a mais experimental, com um ritmo hipnótico ao fundo, vocais lentos e susurrados, caindo depois em gritos profundos e um refrão melancólico em vocais limpos. As guitarras e a bateria de Joey ficam num contraste impressionante, talvez nessa música é onde é mais fácil perceber o potencial da banda de misturar harmonias, estilos e instrumentos. Temos um pequeno solo que é bem a cara da música, lotado de efeitos e com entonação completamente diferente dos outros instrumentos. Aliás, outra caracterísca da banda é a atonalidade frequente. Pulse Of Maggots, refêrencia aos fãs da banda (maggots), começa com uma marcha, que lembra uma voz de comando sobre uma legião, caindo em um riff já quase repetitivo da banda, mas que se diferencia pelo efeito final. Além disso, a música não tem muita coisa de interessante, a não ser a letra peculiar. Before I Forget, também bem conhecida, étão comercial quanto Duality, mas pelo menos não tem o riff repetitivo das músicas anteriores, substituindo-o por grooves constantes e efeitos diversos. A música ainda tem como ponto alto uma passagem bem "rockzinho malhação", que dá uma bela quebrada no som da banda, deixando a música muito mais interessante. Vermillion Pt.2 é a melhor música do álbum na minha opnião, completamente diferente de tudo que o Slpknot já tinha feito. Lenta, acústica, depressiva e com vocais exclusivamente limpos, a música descamba pra atmosferas românticas, inesperadas. A letra é sensacional, bizarra, mas fiel ao sentimentos humanos, como se fossem mais que palavras, fossem peças que se encaixam nos instrumentos de forma a passar a emoção que a banda quer. Sim, essa música é a mesma da primeira Vermillion, mas sem a mistura absurda com as batidas pesadas. Outra prova óbvia da capacidade criativa da banda de misturar, retirar, inventar e compor músicas. The Nameless retorna com um riff pesado, calcado em grooves, harmônicos e bends. os vocais deixam a música pesada, e de repente descamabam pra um violão ao fundo, e vocais limpos românticos. Do nada, voltam a pesadas palhetadas rápidas e o bumbo duplo caindo em cima. Experimentação total aqui. Ainda temos um riff, simples, é verdade, mas que me lembra bandas como Fear Factory, Slayer e Sepultura. Lembrem-se, isso tudo é numa música só, ainda não saimos de The Nameless. O fim mistura tudo, incrivelmente ficando melódico. Virus of Life é um ode ao riff groove característico da banda, com os vocais sufocados de Corey e diversos efeitos medonhos de fundo. Uma das músicas mais experimentais que eu já vi no metal moderno. Danger - Keep Away leva a banda simplesmente ao patamar do Jazz, com melodias sobrepostas e vocais limpos, além de um piano de fundo. O belo riffzinho faz da música uma das mais belas baladas do álbum. Fechando o álbum, a música deixa um sentimento de angústia e calma. Sim, calma, pra vcs notarem de como esse álbum é maluco.
Bem, me alonguei um pouquinho, mas é porque esse álbum merece ser descrito em seus detalhes mínimos. Baixem se quiserem, só não me enxam o saco.

Resenha feita pelo Forba.

Vídeo de
Before I Forget.

Tracklist:

01 - Prelude 3.0
02 - The Blister Exists
03 - Three Nil
04 - Duality
05 - Opium Of The People
06 - Circle
07 - Welcome
08 - Vermilion
09 - Pulse of the Maggots
10 - Before I Forget
11 - Vermilion Pt. 2
12 - The Nameless
13 - The Virus Of Life
14 - Danger - Keep Away

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One Response so far.

  1. Anonymous says:

    todos os albuns do slipknot são bons e esses não podia ficar de fora entre os melhores albuns da banda

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