sexta-feira, 10 de julho de 2009
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Krisiun - AssassiNation

3 comentários


Gênero: Death Metal
País: Brasil
Ano Lançamento: 2006
Comentário: AssassiNation mostra como a banda amadureceu e não tem medo de se renovar. Para quem torce o nariz só de ouvir a última palavra, o Krisiun consegue neste novo lançamento se renovar, mas está longe de perder a identidade e as principais características do seu som. A velocidade, a brutalidade e o peso estão lá, mas agora a banda passou a investir em ritmos mais quebrados, mais variados, com algumas levadas mais cadenciadas. Ainda deve ser levado em conta que o Krisiun é conhecido como uma das bandas mais pesadas do mundo (isso se não for A mais pesada!) então, imagine o que é "cadenciado" para esses caras. O CD começa com "Bloodcraft", a faixa mais longa, com cerca de 6 minutos, e é uma das melhores. Ela resume bem a nova proposta do Krisiun, com trechos rápidos e brutais, mas não constantes como se via antes, e sim intercalado com partes cadenciadas. Além das discussões sobre os novos ritmos, um dos pontos fortes são os riffs, bastante criativos e extremamente pesados. A segunda é "Natural Genocide", que mostra outra tendência do álbum, com boas frases e solos de guitarra. Moyses continua com as suas guitarras sobrepostas e seus arpejos na velocidade da luz, mas também varia nos solos e utiliza efeitos bastante interessantes como em "Vicious Wrath". Nesta última Alex também detona com o seu baixo. No vocal, mais grave do que nunca, continua esbravejando com todo o ódio. A produção também é um dos pontos altos do CD e ficou a cargo de Andy Classen (Rotting Christ, Belphegor, Tankard, Graveworm, etc.) Para provar que o velho Krisiun ainda está bem vivo, há músicas como "Refusal" e "Suicidal Savagery", que tem aquela levada que os consagrou. E se o primeiro que poderia ser criticado é Max, pelos ritmos mais cadenciados, ele mostra (e, claro, não só nessas duas músicas), que está longe de perder o fôlego. E dá-lhe blast beats, dois bumbos e viradas ultra-rápidas! Ainda pode-se destacar "H.O.G (House of God)", uma das melhores, e "United in Deception". Para completar os pouco mais de 45 minutos e 10 músicas, há ainda uma introdução à la Testament em The New Order e um "outro", com "Summon", nada mais do que aquelas 'brincadeiras' com efeitos criando um clima bem sinistro e que a banda fez muito bem. Pra fechar, uma homenagem ao metal old-school com "Sweet Revenge", do Motorhead, numa versão bem legal (e pesada). O resultado final é que os gaúchos não têm medo de evoluir. Ao fazer as mudanças que se pode ouvir neste álbum, o Krisiun se permite experimentar (coisa que depois de um tempo a maioria das bandas adora) e acaba sendo mais criativo, de um jeito bastante positivo. A banda tem tudo para manter o nome do Brasil lá em cima e seguir com a destruição.

Dehó

Vídeo de Vicious Wrath.

Tracklist:

01 - Bloodcraft
02 - Natural Genocide
03 - Vicious Wrath
04 - Refusal
05 - H.O.G. (House Of God)
06 - Fathers Perversion
07 - Suicidal Savagery
08 - Doomed
09 - United In Deception
10 - Decimated
11 - Summon
12 - Sweet Revenge

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3 Responses so far.

  1. 'evil' chuck says:

    Esse é o disco mais fraco do Kridiun, mas mesmo assim eh bom. Mas foda mesmo é o último, o Southern Storm...

  2. 'evil' chuck says:

    Krisiun!!!! foi mal...

  3. executioner!! says:

    fraco!? vc ta loco muleque!!!! vai toma no cú vai estudar ooo

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