quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
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Cyndi Lauper - True Colors

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Gênero: Pop, Rock, Dance-pop, New wave
País: EUA
Ano: 1986

Comentário: Não é apenas um som que ouvi no verão passado, viciei, ouvi pra cacete, e depois enjoei. Cyndi Lauper é a diva mais punk — que não punk — que eu conheço.
Enfim, um pouco de história. Para os desinformados, Cyndi Lauper (Cynthia Ann Stephanie Lauper Thornton) é uma cantora, compositora, multi instrumentista e atriz (chegou a ganhar o Emmy) estadunidense (por algum motivo, passei minha adolescência toda achando que ela era SOMENTE de origem francesa, mas na real é franco-americana) que nasceu no ano longínquo de 1953. Logo em seu primeiro álbum, She's So Unusual, Lauper se tornou a primeira mulher - e a primeira artista global - a emplacar cinco músicas na Billboard, a parada musical mais "importante" do mundo. Com uma voz única e marcante, Lauper tem a marca de 30 milhões de vendas entre os 11 discos e 40 singles.

Cyndi é também bastante lembrada pelo saudoso The Goonies, que é basicamente um filme obrigatório na bagagem de qualquer pré-adolescente, no qual ela canta a canção tema, "The Goonies 'R' Good Enough". Já no mesmo ano ela participou do memorável projeto USA for Africa, um dia liderado por Michael Jackson, onde vários artistas cantaram a canção We are the World.

Em 1986 chegou o álbum responsável por este post. "Chegou" é meio desanimador para um álbum que também alcançou, com suas músicas, alguns lugares altos — o que inclui o 1º — na Billboard.

Sinceramente, não sei o que destacar neste álbum. Não sei explicar o porque dele, de sua escolha, já que poderia facilmente ter escolhido o anterior ou o posterior para postar (o que não inclui os demais, que são bem diferentes). Talvez por estar mais maduro, mais vivo e mais empolgante, mas não poderia exemplificar bem isso. O toque rocker é definitivamente um ponto forte, que integrou mais técnica e rebeldia no instrumental, e talvez em seu vocal. As canções vão de agitadas à lentas/calmas, mas todas belas e bem fluentes. A parte eletrônica também marca presença e se diferencia muito da anterior. As músicas ainda possuem aquele clima antiquado, mas não são todas, e nem da mesma forma. E suas letras, foram feitas para atingir profunda e delicadamente as pessoas, pois como diria a própria: “Quero chegar nas pessoas que batalham todo santo dia, naqueles para quem a maior conquista é conseguir construir alguma coisa, conseguir viver um dia atrás do outro. Por isso escolhi ser suave. Agora, se suavidade é confundida com frescura, o problema não é meu.

True Colors conta também com a canção What’s Going On, do cantor de soul e R&B Marvin Gaye e Iko Iko, escrita originalmente por James "Sugar Boy" Crawford em 1953, e gravada anos mais tarde (1965) por The Dixie Cups, no que parece, em uma versão diferente.
O álbum também contou com músicos como o guitarrista e produtor musical Nile Rodgers (Chic, Madonna, Diana Ross), o cantor, compositor e pianista Billy Joel (Echoes, The Hassles, Attila, Elton John) e o guitarrista e vocalista do King Crimson, Adrian Belew (King Crimson, Frank Zappa, The Bears).

Fora isso, Lauper é uma mulher admirável. Consegue ser bonita além do fator aparência (que nem lhe ajuda muito mesmo), mas sim atitudes. Vulgar, polêmica (no sentido fútil da coisa) e mesquinha, são palavras que não consigo associar à sua pessoa.

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