segunda-feira, 13 de junho de 2011
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Evergrey - Glorious Collision

7 comentários
País: Suécia
Gênero: Progressive Power Metal
Ano: 2011

Comentário: Em hora nenhuma a banda anunciou uma mudança sonora repentina, a crítica e fãs não comentaram nada sobre o esquecimento do "progressivo", mas seu som mudou um pouco, tornando-se um pouco mais moderno. Por um lado não sei se comparo o novo Evergrey ao Evergrey antigo e mais Power, ou se me contento com a mudança, afinal, ninguém merece uma banda que continua a mesma depois de 350 anos de carreira, mas isso não significa que qualquer modificação sonora seria bem aceita, pois algo fora dos parâmetros musicais da banda sempre causa um certo desconforto na cabeça dos fãs da banda, principalmente em fãs mais radicais - que não é o meu caso, mas tudo bem.

Apesar se algumas leves mudanças - em certas horas fico indeciso se as mesmas foram benéficas ou ruins - o disco está excelente. Essa consequencia filosófica pós-disco, esse pensamento e críticas ala escroto desocupado, todos esses pontos negativos acabaram que se transformaram em pontos positivos. Apesar do que eu disse, a música me agradou. Achei bem produzido, bem composto e bem executado, e, antes de encerrar a resenha falarei um pouco sobre o disco musicalmente. Contrastes entre vocais mais leves e instrumentais ora gótico - por incrível que pareça, alguns acordes de guitarra pesados juntos à coros e teclados dão essa impressão -, ora Power e Progressivo - do Progressivo do meu ponto de vista, risos - são excepcionais, ótimos.

O Evergrey conseguiu causar uma guerra dentro da minha cabeça, me perturbar mentalmente e mudar totalmente minha percepção sobre algumas coisas, estou perturbado e meio louco, mas de qualquer forma, um ótimo disco.

Faixas:
1. Leave It Behind Us - 05:09
2. You - 06:23
3. Wrong - 05:07
4. Frozen - 04:57
5. Restoring The Loss - 04:40
6. To Fit The Mold - 05:20
7. Out Of Reach - 03:40
8. The Phantom Letters - 05:31
9. The Disease ... - 04:10
10. It Comes From Within - 04:22
11. Free - 03:42
12. I'm Drowning Alone - 04:11
13. ... And The Distance - 3:47

Line Up:
Tom S. Englund - Vocals, Guitar
Marcus Jidell - Guitar
Rickard Zander - Keyboards
Johan Niemann - Bass
Hannes Van Dahl - Drums

7 Responses so far.

  1. Sinceramente? Acho que você foi infeliz nesta resenha, se é que podemos chamar de resenha. Como leitor do blog, espero ler a respeito da música contida no álbum, e assim decidir se vou baixar ou não, o que não acontece aqui, já que ficou pensando a respeito do gênero e deixou o que realmente importa de lado. Pense no seguinte, mesmo que a frase seja clichê, ela é verdadeira: melhor qualidade que quantidade. Tente gastar mais tempo ouvindo e digerindo um álbum ao invés de ficar ávido a postar mais e mais conteúdo e fazer o que fez com esse álbum, é uma injustiça com a banda, até.

  2. Gostei da resenha, alias, eu já pensei nessa mesma questão sobre o progressivo e no final das contas cheguei a opinião de que nunca ouve uma convenção mundial onde definissem os limites e características obrigatórias dos estilos.
    Então na falta de rótulos fico com os que temos!

  3. Forba says:

    Obrigado Renato, por ter upado a pedido meu. Achei o álbum excelente, muitas músicas na linha do Torn, o álbum anterior, que eu sou apaixonado, e umas mais lentinhas também ótimas. As vezes são modernos demais, mas no geral álbum tão foda quanto o Torn.

    E sobre a resenha, já conversei com o Renato sobre até. Realmente não existem verdades absolutas, mas certas abobrinhas são imperdoáveis. Houve um certo exagero sim, principalmente ao falar do rock progressivo de maneira tão geral, demonstrado até uma certa ignorância no assunto. Mas acontece, não vamos descer o pau no novato :B

    E além disso, quando ao gênero do Evergrey em si, eu concordo, já passaram de ser progressivos a muito tempo. Estão mais pra uma das poucas bandas que se arriscam em ser realmente pesadas sem usar guturais, baterias esporrentas, e tudo mais. Agora, chamar Prog Metal de avant-garde já foi outra viagem, estou tentando entender até agora. 

    Enfim, foi aberta a discussão :B

  4. renato spacek says:

    Quando eu digo que certas pessoas só comentam pra reclamar, estou mentindo? Eu por exemplo nunca vi esse Guilherme por aqui agradecendo um post, ou até mesmo comentando positivamente, mas quando é pra meter pau, vem com tudo.

    Você pode discordar e até me alfinetar como o Forba fez, mas seja mais discreto. Sei que serei repreendido por isso, mas Guilherme, fica aqui o meu sincero vai tomar no cu.

  5. Damien Willis says:

    Sou comentarista aos moldes do Guilherme. Ou seja, dou as caras quando vejo algo 'errado', ou simplesmente diferente do que penso. Mas não considero algo negativo sem bem usado, debatido com maturidade, agregando novas idéias, soluções.

    Em todo caso, pelo visto estou perdido, já que o que li no post não condiz com o que também li nos comentários. Assim não posso nem dar uma opinião sobre o 'ocorrido'.

    Então, sem baixaria :B

  6. Mas que decadência, hein? Desde quando só podemos expressar nossa opinião quando ela é favorável a opinião alheia? Isso não existe, pelo menos, até onde sei, não aqui. Contente-se com isso. No momento em que você expõe seus pensamentos, está sujeito a críticas e elogios. Em hora alguma faltei com respeito ou desci o nível, esperando, assim, ser tratado da mesma forma. Acompanho esse blog há muito tempo mesmo... e respeito todos os uploaders. Mas... porra! tão admitindo uns pirralhos sem educação. Não é grande coisa, mas caíram no meu conceito.

  7. Roberhtop says:

    cara eu adoro seus comenterios sobre os cds
    roberhtop@hotmail.com ( Fortaleza - Ceará )

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