domingo, 12 de junho de 2011
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My Dying Bride - Discografia

8 comentários



Gênero: Death/Doom Metal
País: Inglaterra
Ano de formação: 1990
Biografia: acesse a biografia oficial da banda
Comentários:

Nos primórdios do blog o Alx, nosso querido patrão, postou a discografia da banda que ele mais gostava, o My Dying Bride. Logo depois eu entrei no blog e cheguei a atualizar a mesma discografia com alguns EP's e repor uns links off, já que também sou um grande (enorme) fã da banda. Mas infelizmente todos sabemos que o Alx não está mais entre nós, e depois das sucessivas mudanças de layout a discografia ficou renegada ao ostracismo e cheia de links em hosts como Sharebee e Shareonall, ou seja, inutilizáveis. Então decidid reupar a discografia toda e postar, primeiro por que é uma discografia lindíssima, e em segundo lugar pra se tiver internet no céu e o Alx quiser baixar o Evinta :B. Brincadeiras a parte, eu tenho certeza que se ele estivesse aqui ia querer assim como eu postar essa discografia, então é um tipo de forma de respeitar o zelo dele por essa banda.

Enfim, é complicadíssimo falar de uma banda que você um mega master fã, mas vou tentar o fazer de forma imparcial. A banda se formou em 1990 na cidade de Halifax na Inglaterra, sendo portanto conterrânea de outra banda famossísima da mesma época, o Paradise Lost. Junto com o Anathema, que surgiu no mesmo ano em Liverpool, as três bandas uniram o Doom Metal que vinha dos anos 80 com força total e cada vez mais pesado, com o Death Metal, especialmente no uso de vocais guturais e blast beats. Algumas bandas já o haviam feito parecido em tempos anteriores, como o mítico Thergothon, percussor do Funeral Doom. No entanto, o trio inglês foi responsável pela popularização de um estilo que viria a se popularizar na cena durante a década de 90, com dezenas de bandas seguindo a forma pesada e melancólica ao mesmo tempo que esses caras tinham criado. Posteriormente as três bandas se reinventariam seguindo caminhos diferentes na música, fato este que eu aprovo, em vista que nenhuma das três bandas deixou de ser genial em nenhum momento. O My Dying Bride apesar de tudo foi a banda das três que menos se afastou do Doom Metal no decorrer desses 20 anos, embora sua sonoridade seja bastante diferente hoje em dia e tenha tido sua fase experimental.

A banda surgiu das cinzas de uma banda de Death Metal (puro mesmo) chamada Abiosis, onde o guitarrista Andrew Craighan tocava, assim como o baterista Rick Miah. Logo em seguida a conhecer o vocalista Aaron Stainthorpe, uma aficcionado por literatura, música e arte, foi também incorporado o guitarrista Calvin Robertshaw. Com essa formação (sim, sem baixo) após um breve tempo de ensaios lançaram a primeira demo do grupo, Towards The Sinister. Logo em seguida o sucesso desta demo, lançaram um single (que não inclui nesta discografia) intitulado God is Alone. Ambos lançamentos por uma pequena gravadora francesa chamada Listenable. Graças aos primeiros lançamentos bem sucedidos, a banda assina com uma gravadora também mediana, que viria a se tornar no entanto famosa hoje em dia especialmente dentro do meio do Doom Metal: A Peaceville Records. Logo após, lançaram um dos mais famosos EP's da banda, Symphonarie Infernus Et Spera Empiryium. A esta altura já contavam com Adrian "Ade" Jackson no baixo. A esta altura a banda era inclusive considerada "avant-garde" por uma aproximação totalmente diferente do Doom Metal embora mantivesse uma sonoridade melancólica e cadenciada. Fato este que foi coroado pelo debut da banda, As The Flower Withers, em 1992. Com uma sonoridade extremamente pesada, mas com músicas ao mesmo tempo introspectivas, foi capaz de gerar muita expectativa para o segundo disco da banda, lançado em 1993, Turn Loose The Swans. Com uma sonoridade já diferente do primeiro disco, aqui a banda deixou soltas as influências eruditas e convocou mais um integrante para o grupo, o violinista Martin Powell. E desde então uma das maiores inovações da banda dentro do estilo foi justamente a entrada de um instrumento como este dentro da sonoridade então pesadíssima e intensa do estilo. Agora sim já reconhecida, a banda lança o que seria, na minha opnião, o trabalho mais perfeito da banda: The Angel And The Dark River de 1995, um trabalho onde a banda passa a não utilizar em tempo integral os guturais e a ter um uso extensivo do violino. A beleza ímpar desse disco é graças as linhas de guitarra de Andrew e as de baixo de Ade, que complementam de forma assombrosamente perfeita o violino e os vocais de Aaron, que se revelaram aí outra marca registrada do grupo. Rick em sua bateria inovava o estilo de tocar Doom Metal ao utilizar passagens bastante cadenciadas mas sem tirar o interesse pelo instrumento procurando sempre levadas que se envolviam na atmosfera do disco de forma ideal. Em seguida, lançaram uma compilação dos primeiros EP's e demos da banda, intitulada Trinity, que saciou os fãs mais antigos do peso e brutalidade que a banda havia demonstrado nos anos anteriores. No ano seguinte a banda começa a ter uma sonoridade mais estável com o álbum Like Gods Of The Sun. Neste álbum os vocais limpos predominam novamente, com uma sonoridade no entanto mais dinâmica que no disco anterior e um uso absurdo do violino novamente em músicas clássicas como "For You". Este álbum é interessante por que começa a dar a banda uma sonoridade extremamente melancólica mas ao mesmo tempo totalmente intensa.

Mas, para a supresa de todos, eis que o grupo perde o seu violinista para o Cradle Of Filth e lança em 1998 o álbum 34.788% Complete, um álbum totalmente experimental. Uma mistura do Death/Doom com eletronicagens, sintetizadores, e despretenciosamente melancólico. Muitos fãs detestaram esse disco, embora ele tenha seus momentos de inspiração. Eu particularmente o considero melhor que alguns outros discos da banda, e apesar de ser bastante experimental foi uma jogada bem sucedida ao misturar gêneros totalmente distintos. Em outras palavras, podia ter sido bem pior. Se redimindo, a banda lança no ano seguinte The Light At The End Of The World um disco com a cara e a emoção do Like Gods mas um pouco mais de peso e sem o segundo guitarrista Calvin. Eu particularmente não gosto muito desse disco, acho o menos inspirado da discografia da banda, mas no entanto ele teve uma importância fundamental de ter uma sonoridade que se veria muito mais amadurecida no disco lançado em 2001, The Dreadful Hours. Aqui sim a coisa se torna genial, riffs poderosos, vocais guturais misturados com limpos, solos dobrados, blast beats e cadencias, teclados maravilhosos. Embora o violino ainda fizesse alguma falta, os teclados substituiam quase tão bem as atmosferas pertubadoras da banda e dava ainda mais uma encorpada na sonoridade do grupo, além de termos de volta a segunda guitarra com o guitarrista Hamish Glencross. Um dos álbuns sem dúvida com várias músicas excelentes e uma dinâmica que o torna espetacular do início ao fim. Após o lançamento do primeiro disco ao vivo da banda (tirando o VHS/DVD gravado pela banda ainda em 1997 chamado For Darkest Skies e relançado em 2002), chamado The Voice Of The Wretched, o grupo parte para um de seus melhores e mais bem reconhecidos álbuns, Songs Of Darkness Words Of Light. Aqui o amadurecimento da banda se torna óbvio, e a inclusão da tecladista Sara Stanton sendo fundamental. Além de ser uma perfeita união de dois momentos da banda, o pesado e o melancólico, também ficou marcado na história do grupo por várias músicas famosas e uma produção excelente. A esta altura, enquanto Anathema, Paradise Lost e Katatonia (outro filhote da Peaceville) estavam em momentos completamente distantes do Doom Metal, o My Dying Bride estava no seu auge dentro do estilo. Seguindo essa leva, lançam em 2005 mais um DVD, Sinamorata, que é uma suma de toda a carreira da banda até então, com várias músicas que ainda não haviam sido lançadas na época do For Darkest Eyes. Logo no ano seguinte lançam A Line Of Deathless Kings, que apesar de possuir pouquíssimos vocais guturais, estes que eram abundantes no Songs, mantém os riffs roderosos da banda (arrisco dizer que este é o álbum com os guitarristas mais inspirados) e aqui a influência de literatura é brutal em momentos totalmente poéticos na lírica do vocalista Aaron. Após dois anos de breve hiato criativo a banda lança mais um álbum ao vivo, An Ode To Woe, este apresentando pela primeira vez a nova baixista do grupo, Lena Abé, substituindo Ade. Sem um baterista oficial desde 2006, depois da troca intensa no posto desde a saída de Rick em 97 e a permencia de Shaun Taylor-Steels até 2005, a banda se fixa com o baterista do Bal Sagoth, Dan Mullins, e lança em 2009 For Lies I Sire, um disco que apesar de ter todos os elementos característicos da banda, apresenta uma relativa nova sonoridade, que eu particulamente achei um pouco confusa, por que mistura músicas extremamente violentas (a nível de serem comparadas com os primeiros lançamentos da banda) com músicas totalmente viajantas e melódicas, com similares em alguns álbuns mais recentes. No entanto, a presença da nova violinista Katie Stone finalmente fez a banda completar essa lacuna que os fãs sentiam falta a muitos anos. É um álbum bastante diverso, embora tenha músicas maravilhosas. Logo após lançaram um épico EP chamado Bring Me Victory que contam, entre outras coisas, com um sensacional cover do Swans, banda que é citada sempre como grande influência do grupo.

Então agora começa uma nova parte deste comentário: a resenha do Evinta, lançado no início deste ano, a mais ou menos um mês, para comemorar os 20 anos da banda. É especialmente um presente para os fãs mais antigos, que acompanharam toda a trajetória da banda ao longo desses anos. Não me considero um fã exatamente antigo, pois conheci a banda a uns 6 ou 7 anos, mas assim como eu, qualquer fã que tenha escutado repetidas vezes toda a discografia da banda se deliciou com essa lançamento triplo. São 3 cd's de uma parceira com o tecladista do Bal Sagoth, Johnny Maudling, e diversos músicos de formação erudita, incluindo a cantora de ópera Lucie Roche com a proposta de não simplesmente regravar as músicas antigas da banda, mas dar novos arranjos puramente sinfônicos as antigas músicas da banda, mas de forma a não simplesmente repeti-las, mas transforma-las em novas músicas. Apesar de parecer complexo, durante o disco isso se torna claro, quando apesar de uma sonoridade COMPLETAMENTE oposta ao som original da banda é perceptível e óbvio trechos de várias músicas da carreira dos caras, todos arranjados de forma que nos emocionam da mesma forma que nos emocionaram da primeira vez que ouvimos. Os vocais de Aaron aqui são muito mais "spoken word" que cantados, e raras vezes a música tem algum tipo de percussão e não há nenhum tipo de instrumento elétrico. As faixas são muito bem feitas e arranjadas, e criam uma atmosfera que mantém o feeling característico do grupo, apesar de todas as diferenças com o usual.

No entanto, como nem tudo são flores, o disco peca em algumas passagens extremamente simples e por ser bastante longo acabar se tornando muito cansativo. É um disco que se deve ouvir sabendo que será uma experiência diferente do usual e ao mesmo tempo realmente uma excelente presente pra quem acompanha a carreira dos caras ao longo desses 20 anos.

Enfim, finalizando, é uma banda que conseguiu como nenhuma outra traduzir certas emoções e sentimentos, e musica-las de forma genial. Um grupo que teve um impacto irreversível no campo do Doom Metal e soube, assim como o Paradise Lost e o Anathema se reinventar ao longo dos anos e nunca perdeu a sua identidade própria.


Então vamos a discografia, que organizei em ordem cronológica. Ei-la:

Towards The Sinister (1990)


Tracklist:

1. Symphonaire Infernus et Spera Empyrium 08:33
2. Vast Choirs 07:20
3. The Grief of Age 04:00
4. Catching Feathers 03:34

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God Is Alone (1991)



Tracklist:1. God Is Alone 04:57
2. De Sade Soliloquay 04:38

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Symphonaire Infernus Et Spera Empyrium (1992)

Tracklist:
1. Symphonaire Infernus et Spera Empyrium 11:38
2. God Is Alone 04:51
3. De Sade Soliloquay 03:45

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As The Flower Withers (1992)

Tracklist:

1. Silent Dance 02:13
2. Sear Me 09:05
3. The Forever People 04:09
4. The Bitterness and the Bereavement 07:37
5. Vast Choirs 08:15
6. The Return of the Beautiful 12:49

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The Thrash Of Naked Limbs (1992)

Tracklist:

1. The Thrash of Naked Limbs 06:13
2. Le Cerf Malade 06:31
3. Gather Me Up Forever 05:17

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Turn Loose The Swans (1993)

 
Tracklist:

1. Sear Me MCMXCIII 07:24
2. Your River 09:24
3. The Songless Bird 07:00
4. The Snow in My Hand 07:09
5. The Crown of Sympathy 12:15
6. Turn Loose the Swans 10:09
7. Black God 04:52

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I Am The Bloody Earth (1994)

Tracklist:

1. I Am the Bloody Earth 06:37
2. Transcending (Into the Exquisite) 08:39
3. The Crown of Sympathy (Remix) 11:10

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The Angel And The Dark River (1995)

Tracklist:

1. The Cry of Mankind 12:13
2. From Darkest Skies 07:48
3. Black Voyage 09:46
4. A Sea to Suffer In 06:31
5. Two Winters Only 09:01
6. Your Shameful Heaven 06:59

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Trinity (1995)
Tracklist:

1. Symphonaire Infernus et Spera Empyrium 11:38
2. God Is Alone 04:51
3. De Sade Soliloquay 03:45
4. The Thrash of Naked Limbs 06:12
5. Le Cerf Malade 06:31
6. Gather Me Up Forever 05:22
7. I Am the Bloody Earth 06:35
8. The Sexuality of Bereavement 08:04
9. The Crown of Sympathy (Remix) 11:10

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Like Gods Of The Sun (1996)

Tracklist:

1. Like Gods of the Sun 05:41
2. The Dark Caress 05:58
3. Grace Unhearing 07:19
4. A Kiss to Remember 07:31
5. All Swept Away 04:17
6. For You 06:37
7. It Will Come 04:28
8. Here in the Throat 06:21
9. For My Fallen Angel 05:55

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34.788% Complete (1998)

Tracklist:

1. The Whore, the Cook and the Mother 11:59
2. The Stance of Evander Sinque 05:31
3. Der Überlebende 07:38
4. Heroin Chic 08:04
5. Apocalypse Woman 07:37
6. Base Level Erotica 09:54
7. Under Your Wings and into Your Arms 05:58

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The Light At The End Of The World (1999)

Tracklist:
1. She Is the Dark 08:26
2. Edenbeast 11:23
3. The Night He Died 06:25
4. The Light at the End of the World 10:36
5. The Fever Sea 04:05
6. Into the Lake of Ghosts 07:09
7. The Isis Script 07:08
8. Christliar 10:31
9. Sear Me III 05:26

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Meisterwerk I (2000)

Tracklist:


1. Symphonaire Infernus et Spera Empyrium (demo version) 08:55
2. The Crown of Sympathy 12:11
3. The Grief of Age (Demo Version) 04:10
4. A Kiss to Remember 07:32
5. Grace Unhearing (Portishell Mix) 07:07
6. For You 06:37
7. Unreleased Bitterness 07:42
8. Sear Me III 05:27

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Meisterwerk II (2001)

Tracklist:

1. Sear Me MCMXCIII 07:24
2. Follower 05:12
3. Vast Choirs (Demo Version) 07:30
4. She is the Dark 08:27
5. Catching Feathers (Demo Version) 03:42
6. Two Winters Only 09:00
7. Your River 09:18
8. Some Velvet Morning (Lee Hazlewood cover) 05:54
9. Roads (Portishead cover) 05:04
10. For You 06:34

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The Dreadful Hours (2001)

Tracklist:

1. The Dreadful Hours 09:23
2. The Raven and the Rose 08:13
3. Le Figlie Della Tempesta 10:08
4. Black Heart Romance 05:24
5. A Cruel Taste of Winter 07:36
6. My Hope, the Destroyer 06:45
7. The Deepest of All Hearts 08:56
8. The Return to the Beautiful 14:24

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The Voice Of The Wretched (2002)


Tracklist:
1. She Is the Dark 08:40
2. Turn Loose the Swans 10:02
3. The Cry of Mankind 06:33
4. The Snow in My Hand 06:33
5. A Cruel Taste of Winter 06:52
6. Under Your Wings and into Your Arms 05:28
7. A Kiss to Remember 06:55
8. Your River 09:06
9. The Fever Sea 04:13
10. Symphonaire Infernus et Spera Empyrium 10:35

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Songs Of Darkness, Words Of Light (2004)

Tracklist:

1. The Wreckage of My Flesh 08:45
2. The Scarlet Garden 07:50
3. Catherine Blake 06:32
4. My Wine in Silence 05:53
5. The Prize of Beauty 08:02
6. The Blue Lotus 06:33
7. And My Fury Stands Ready 07:45
8. A Doomed Lover 07:54

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A Line Of Deathless Kings (2006)
Tracklist:
1. To Remain Tombless 06:06
2. L'Amour Detruit 09:08
3. I Cannot Be Loved 07:04
4. And I Walk with Them 06:37
5. Thy Raven Wings 05:22
6. Love's Intolerable Pain 06:14
7. One of Beauty's Daughters 05:40
8. Deeper Down 06:28
9. The Blood, the Wine, the Roses 08:22

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An Ode To Woe (2008)

Tracklist:

1. To Remain Tombless 07:43
2. My Hope, the Destroyer 05:45
3. For You 06:41
4. The Blue Lotus 06:33
5. Like Gods of the Sun 05:21
6. Catherine Blake 06:18
7. The Cry of Mankind 06:07
8. The Whore, the Cook and the Mother 05:42
9. Thy Raven Wings 05:22
10. The Snow in My Hand 07:09
11. She Is the Dark 07:59
12. The Dreadful Hours 12:55

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For Lies I Sire (2009)

Tracklist:

1. My Body, a Funeral 06:47
2. Fall with Me 07:17
3. The Lies I Sire 05:29
4. Bring Me Victory 04:08
5. Echoes from a Hollow Soul 07:19
6. ShadowHaunt 04:37
7. Santuario di Sangue 08:27
8. A Chapter in Loathing 04:46
9. Death Triumphant 11:06

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Bring Me Victory (2009)

Tracklist:

1. Bring Me Victory 04:10
2. Scarborough Fair 06:20
3. Failure (Swans cover) 06:46
4. Vast Choirs (Live At Graspop 2008) 10:54

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Evinta (2011)


Tracklist:


Disc 1
1. In Your Dark Pavilion 10:04
2. You Are Not the One Who Loves Me 06:48
3. Of Lilies Bent with Tears 07:11
4. The Distance, Busy with Shadows 10:47
5. Of Sorry Eyes in March 10:34

Disc 2
1. Vanité Triomphante 12:21
2. That Dress and Summer Skin 09:39
3. And Then You Go 09:22
4. A Hand of Awful Rewards 10:21
 
Disc 3
1. The Music of Flesh 07:05
2. Seven Times She Wept 04:06
3. The Burning Coast of Regnum Italicum 11:50
4. She Heard My Body Dying 08:31
5. And All Their Joy Was Drowned 10:15

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The Barghest O' Whitby (2011)


Tracklist:
1.     The Barghest O' Whitby     27:04

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A Map Of Our Failures (2012)



Tracklist:

1. Kneel Till Doomsday 07:52
2. The Poorest Waltz 05:08
3. A Tapestry Scorned 08:00
4. Like a Perpetual Funeral 08:32
5. A Map of All Our Failures 07:52
6. Hail Odysseus 08:54
7. Within the Presence of Absence 08:50
8. Abandoned as Christ 08:36

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8 Responses so far.

  1. TauFloyd Lima says:

    Aí, beleza? Eu também sou grande fã dessa banda, muito massa vcs terem colocado a discografia do My Dying Bride, masssa mesmo... Vou baixar uns álbuns, beleza? Rs. Valeu. Abraços e boa sorte pro Blog
    Abraços

    Tauená

  2. Nicholas-amorim says:

    Valeu, tava meio desatualizado sobre a banda. Vou conferir esse último album. 
    \o

  3. Rômulo Alexander says:

    Vou baixar tudo! Há anos quero conhecer melhor essa banda... Só conheço o Line of Deathless Kings. Valeu mesmo! *.*

  4. Damien Willis says:

    Faço das palavras do Rômulo, as minhas, porém substituindo pelo álbum For Lies I Sire.

    Aliás, este não seria de 2009?

  5. Forba says:

    Tem razão, Damien. Valeu pela observação, to mudando.

  6. ale_iesca says:

    essa banda so tem um jeito de classificar "FODA" nao tem outra palavra que descreva o qye e M.D.B
     

  7. Débora says:

    Chorei Com essa "resenha" sobre o My Dying Bride!
    Muito bem analisada e coerente, enfim!
    Algo digno de ser comentado!

  8. Laert Deusdete says:

    o maior baloarte do doom metal de todos os tempos!Bring Me Victory

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