quarta-feira, 2 de novembro de 2011
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Uneven Structure - Februus

12 comentários


Gênero: DJENT/Math/Progressive Metal
País: Suécia/França
Ano: 2011

Comentário: Conheci o Uneven Structure, pelo seu EP, intitulado “8”, lançado em 2009, lembro que gostei bastante da sonoridade dos caras, apesar de não ter notado nada de excepcional e achar muito parecido com Meshugga e outros genéricos dentro do movimento chamado DJENT.

DJENT, pra quem ainda não conhece, é um subgênero ou movimento dentro do metal, em que suas bandas também são classificadas como Math Metal, são conhecidas pelo uso prolongado de passagens polimétricas, compassos de bateria complexos, andamentos estranhos, angulares, riffs de guitarra dissonantes, afinações baixas, etc. Os precursores do estilo foram os suecos do Meshuggah.

Mas agora em outubro a banda lança seu primeiro full-length, Februus. Baixei motivado pela curiosidade esperando que seguisse a mesma linha do EP, que não é ruim, mas que não apresentava nada de surpreendente. Então para minha surpresa, quando comecei a ouvir as músicas, pude perceber claramente a evolução banda, que pra mim amadureceu musicalmente e conseguiu encontrar sua sonoridade.

Sua estrutura musical ainda esta bem calcada nos elementos que caracterizam o DJENT, mas a banda conseguiu criar uma identidade própria. O vocal varia de guturais rasgados a belos melódicos, sem ficar enjoativo, o instrumental muito técnico, bateria presente encaixando perfeitamente com os riffs de guitarra e suas baixas afinações, mas o grande diferencial é que a os caras conseguem criar ambientações bem bacanas e envolventes, leves e cativantes criando um belo contraste de peso e leveza.

A banda com certeza se superou e conseguiu se livrar dos clichês desse “gênero” que é tão novo, mas já está tão saturado.

[Site/MySpace/LastFM]

Tracklist:

CD 1:
Awaken - (6:35)
Frost - (6:00)
Hail - (5:55)
Exmersion - (2:54)
Buds - (7:20)
Awe - (3:01)
Quitance - (6:29)
Limbo - (2:19)
Plenitude - (7:16)
Finale - (8:05)

CD 2:
Dew Upon Shapelees Bounds - (10:01)
Winds From Untold Memories - (8:28)
Promises Of Our Early Days - (16:37)

Download:

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Mediafire-(CD1/CD2)
4Shared-(CD1/CD2)

12 Responses so far.

  1. Djent não é um gênero... Se fosse assim, poderiamos chamar palm mute de gênero, ou power chord, etc.

  2. Pois é cara, isso é uma opinião sua.

    Mesmo que muitos não o considerem o DJENT como um gênero, ele já carrega em si um conjunto de características que são facilmente identificáveis em certas bandas. Isso pra mim caracteriza um gênero.

    E por ter ciência que nem todos concordam com isso, eu usei o termo “movimento”, e cheguei a colocar gênero entre aspas na resenha.

    Acho que a sua necessidade de aparecer não deixou você perceber esses detalhes.

  3. Hm... então olha esse detalhe aqui: "Gênero: DJENT/Math/Progressive Metal".



    "O uso prolongado de passagens polimétricas, compassos de bateria
    complexos, andamentos estranhos, angulares, riffs de guitarra
    dissonantes, afinações baixas, etc." Tirando afinações baixas, que nem
    sempre estão presentes, você apenas descreveu algumas características do
    metal progressivo, que, como todos sabemos, existe há décadas.



    Além do mais, "djent" refere-se apenas a afinação e estilo de palhetada
    da GUITARRA. Podemos muito bem ouvir uma faixa em 4/4, super simples, 
    mas soando "djent". Muitas músicas da Messhugah, por exemplo, estão em
    4/4.



    Voltando a Messhugah, no álbum Destroy Erase Improve, a banda já 
    apresentava praticamente o que apresenta hoje. Ah, mas não era djent
    antes. O que mudou? A afinação. Ou seja, uma banda pode apresentar todas
    essas características que você descreveu, mas se não tiver aquela
    afinação baixa, não é djent, certo? Tente ouvir, por exemplo, a música
    'Fandango' da Pain of Salvation.



    Só o som da guitarra não define um gênero.



    "... bem calcada no que caracteriza o DJENT..." Ah, por favor.



    E, quando alguém discorda de você, ela tem necessidade de aparecer? Realmente pensa isso? Que "escritor" ingênuo você é. Na boa.

  4. E, só pra constar, a capa do álbum tá errada.

  5. Forba says:

     
    Das séries: "Só comento pra reclamar" e 
    "Pleno séc XXI, tenho barba na cara e pelos no saco e ainda discuto se banda X é do gênero Y ou Z".
     

  6. Primeiro: Eu sei que essas técnicas não são novidades, assim como muitas outras, eu apenas listei as mais comuns e que são determinantes para caracterizar uma banda como sendo DJENT, em nenhum momento eu disse que essas técnicas eram exclusivas do estilo. E o DJENT se enquadra bem como um subgênero do Metal Progressivo, por apresentar características similares, mas algumas peculiaridades comuns.

    Segundo: Eu sei que a palavra DJENT é um neologismo, uma onomatopeia referente ao som do palhetado nas cordas.

    Terceiro: O uso de uma afinação baixa é uma das características para se enquadrar uma banda nesse estilo, mas não só essa, as já citadas na resenha também, mas essa é uma das mais marcantes.

    E por fim, lá em Gênero, eu coloquei também Math Metal e Metal Progressivo, justamente por saber que a banda se enquadra também nessas definições. E se for pra sair discutindo rótulos, até o Math e seus derivados são questionados, sendo para alguns, tudo Progressivo.

    Portanto seu comentário foi desnecessário.

    E uma coisa é discordar por ter um ponto de vista diferente, outra é criticar de forma altiva e esnobe, que tem como único proposito desmerecer o outro. Isso me indigna e me desmotiva.

  7. Essa é uma capa alternativa de divulgação, e só coloquei porque
    não achei a original com resolução adequada.

  8. É muito foda véio, a gente não ganha nada pra postar as
    coisas aqui, fazemos pelo simples prazer de compartilhar, e vem uns cara que só
    sabe reclamar, ficar colocando defeito e levantar questões irrelevantes.

  9. Calma lá galera, a discussão é saudável, po.

  10. Acho que fui eu que julguei errôneamente um comentário de duas frases, e tomei aquilo como "necessidade de aparecer", certo?

    Porém, minha crítica agora agora se torna pessoal mesmo.

    Quando você disponibiliza algo ao público, lógicamente estará sujeito à: elogios, críticas, xingamentos, etc. Mas se não consegue lidar com isso, significa que não está preparado para não somente um simples blog de compartilhamento, mas sim para a vida. Ou realmente acha que todos vão passar a mão na tua cabeça  e dizer "Parabéns!" pra tudo que fizer? Acorda.

    Se as pessoas não podem expressar opiniões da forma que quiserem (que, no meu caso, não foi desrespeitoso), sobre o que quiserem, sem serem respondidos de forma ironica e até hostil, deveriam trocar "comentários" por "elogios aqui".

  11. Velho, eu vi os outros comentários seus aqui no blog, e pra mim já é o suficiente, seu eu tivesse visto antes, nem teria me dado o trabalho de te responder. Portanto essa discussão termina aqui, pelo menos pra mim.

  12. xaropealex says:

    kakakakak
    rachei

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