sábado, 31 de dezembro de 2011
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2011: TOP 50 - Parte 4

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Com alguns atrasos - até porque é fim de ano, poxa - chegamos à penúltima parte do Top 50. Vendo que os comentários estão incitando algumas polêmicas, gostaria de ressaltar, novamente, que as posições são meramente exeplificativas. Certamente existem membros do blog que acham que um álbum que está dentre os 40 deveria estar dentre os 10, e tem membro que acha que ele não deveria nem constar da lista.
É essa nossa diversidade que determinou que fosse bem difícil organizar um ranking com posições exatas. E é essa diversidade que faz do Pignes um grande blog.
Aproveitem, que tá acabando. E fiquem à vontade pra criar mais polêmicas!

PS: a derradeira sai na primeira semana de janeiro.



#20
The Strokes - Angles
(22/03/2011)

"O álbum tenta reconstruir a banda de baixo pra cima. Considerando que Casablancas tinha escrito quase todas as músicas do grupo anteriormente, incluindo os solos de guitarra e as basslines, ele recua em Angles, que apresenta canções de outros membros" - Pitchfork Media - 5.9/10

"O inusitado Angles serviu para demonstrar que seus membros jamais serão aquela banda de novo, mas, inegavelmente, deixaram sua via nos Strokes. Quando ele srealmente querem, ainda podem fazer boa música" - NME - 7/10



#19
*Shels - Plains of the Purple Buffalo
(27/06/2011)

"Muito do que eu tenho admirado esse ano é a música que se atreve a ser diferente, e esse álbum certamente se enquadra nessa categoria. Ao passo que existem muitos ganchos melódicos e passagens memoráveis ao longe de Plains of the Purple Buffalo, o escopo do que é tentado aqui ignora completamente aquilo que é considerado convencional hoje em dia" - Faded Glamour - 8/10

Plains of the Purple Buffalo é um álbum muito pessoal, que possui ações e pensamentos inspiradores. Percorrendo os setenta minutos de música, o seu humor vai mudar: você vai ser exaltado, vai se sentir feliz e poderoso. Você também vai sentir uma genuina apatia por algum aparente acontecimento triste cada vez que o ritmo e a melodia caírem para uma guitarra acústica dedilhada passviamente, juntamente a um vocal fantasmagórico." - Live4Ever Ezine - N/A



#18
Atari Teenage Riot - Is This Hyperreal?
(20/06/2011)

"O trabalho é exatamente o que os fãs aguardavam, precisamente o que queriam. Quem imaginava algo mais experimental, perfil mais coerente com a carreira-solo de Alec Empire pode de certa forma se decepcionar" - Territória da Música - N/A

"Além, é claro, do conjunto de faixas montadas com excelência para as mais anfetaminadas pistas de dança do globo, Is It Hyperreal? funciona como um exercício de percepção dos mais variados ritmos e gêneros musicais. No meio da troca de influências quem ganha é o ouvinte, que terá com esse trabalho uma verdadeira rajada de ataques instrumentais." - Miojo Indie - 7.4/10

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#17
Rashid - Dádiva e Dívida
(Julho de 2011)

"O rapper transformou o primeiro grande registro da carreira – Dádiva e Dívida – em uma sucessão invejável de composições fortes, faixas que ecoam as origens, perdas e glórias que dão formas ao cotidiano do artista" - Miojo Indie - 8.5/10

"Precisamos de mais artistas que usem sua arte pra chamar a atenção do povo a algo que está acontecendo, e fazer isso sem perder a qualidade do som e da produção. Precisamos de mais alguns Rashid, se é que me entendem" - Vai Ser Rimando - N/A

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#16
In Flames - Sounds of a Playground Fading
(15/06/2011)

"Há uma razão para que esses suecos pioneiros do Melodic Death Metal continuem a cativar, encantar e enfurecer por quase duas décadas, enquanto batalhões de bandas sem originalidade vêm e vão com impactos relativamente pequenos: sua verdadeira e original, em constante evolução, visão de progresso" - Metal Underground - 4.5/5

"Seria Sounds of a Playground Fading um álbum cinco anos à frente de seu tempo? Não. Mas é cheio de tendências que já foram observadas em alguns dos melhores lançamentos do ano. Além disso, o In Flames continua solidamente baseado em quem eles realmente são. Ouvindo o álbum, você pode identificar exatamente o que predominará na cena metaleira nos próximos anos, mas ninguém vai fazer tão bem quanto o In Flames" - The NewReview - 4/5 estrelas

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#15
Tyler, the Creator - Goblin
(10/05/2011)

"O que há aqui é mais promessa do que entrega, mas ainda assim é um disco que vai mudar o jogo da cena do Indie Rap - é um álbum singular e sonoramente complexo que não se encaixa nem no "verdadeiro" Hip Hop de 1986-88, nem criado por alguém com o objetivo de definir sua posição contrária ao mainstream" - Pitchfork Media - 8/10

"Com mais de uma hora de duração, Goblin cobre um terreno muito estilístico e lírico, com letras variadas. Vai de dificuldades desconexas a lixo espacial. Mas, ao contrário do que você deve ter ouvido por aí, Goblin não é nenhum semeador da vontade assassina. Ao contrário, é uma simplória tentaiva de Tyler realizar uma auto-psicanálise, escritas em anotações auto-destrutivas e cifras absurdas" - Popmatters - 8/10

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#14
Projota - Não Há Lugar Melhor no Mundo que o Nosso Lugar
(Julho de 2011)

"Drogas, racismo, violência e preconceito, temas tão presentes no rap nacional e que muitas vezes acabam desgastados ou perdem o valor na voz e nos versos de determinados artistas, mas não para Projota, que entre poesias acessíveis para todos os públicos acaba assumindo de forma honesta o que os Racionais fizeram no começo dos anos 90" - Miojo Indie - 8/10

"Projota realizou um trabalho bastante sólido, recheado de pancadas e beleza, com uma grande perícia característica dos grandes MCs. Pra quem ainda insiste em enxergar o rap como um alien a ser analisado não por seus méritos musicais mas como um estudo político-social" - Music for the People - 8/10

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#13
The Human Abstract - Digital Veil
(08/03/2011)

"Mesmo com uma audição passivo, o álbum soa muito bom. Os tons da guitarra são excelentes, e a bateria é desempenhada da melhor forma possível. William Putney e AJ Minette fizeram um ótimo trabalho na produção" - Heavy Blog Is Heavy - 5/5

"Com Digital Veil, The Human Abstract está realmente progredindo, mesmo após as bases sólidas de metal do homem-pensante que eles fizeram" - The NewReview - 4.5/5

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#12
Anathema - Falling Deeper
(05/09/2011)

"Se esse trabalho prova alguma coisa, é que o Anathema em vinte anos de carreira manufaturou algumas fantástica slinhas de melodia, mas principalmente que a banda é capaz de inserir emoções intensas em cada um de seus trabalhos" - Lords of Metal - 94/100

"As passagens progressivas - que muitas vezes remetem à fase mais viajandona do Pink Floyd - ganharam destaque ainda maior em Falling Deeper e o peso foi deixado de lado de vez. Os vocais de Vincent Cavanagh estão limpos e as guitarras de Daniel Cavanagh, sutis. Os irmãos respondem pela produção do belo álbum" - Território da Música - 4/5 estrelas

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#11
Lifelover - Sjukdom
(14/02/2011)

"O álbum tem muitas coisas boas, incluindo algumas das mais tradicionais donoridades depressivas que mantêm a linhagem da banda viva nesse disco, e alguns dos mais experimentais e tradicionais elementos do Black Metal - Apoch's Metal - N/A

"Tem sua parcela de faixas monótonas, mas nenhuma delas é dolorosa de se ouvir, e quase nem interrompem o fluxo" - Metal Storm - 8/10

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