sábado, 1 de dezembro de 2012
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Julgue o Disco pela Capa - Volume 06

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John Dyer Baizley fez sua fama de forma conjunta por dois caminhos diferentes. Como vocalista e guitarrista do excelente Baroness, uma das bandas mais relevantes da nova geração do Heavy Metal, mais especificamente da onda Sludge e Prog Metal, capitaneada pelo Mastodon. Mas também ganhou muita  visibilidade por conta de suas artes, que estão longe de serem comuns. Seus trabalhos inicialmente saíam apenas para bandas amigas, fosse na forma de capas de álbuns, camisetas ou flyers para shows, mas atualmente, a quantidade de adeptos e admiradores vem crescendo, e uma quantidade cada vez maior de bandas estão aderindo aos trabalhos deles (se quiser ver a lista completa de capas produzidas por ele, clique aqui).  Usualmente bem coloridas, cheias de cores fortes, e um traço um tanto quanto único e característico, seu estilo definitivamente é muito próprio, Existe até uma quantidade enorme de pessoas que mesmo sem ser dos maiores entusiastas das músicas do Baroness ou de Sludge Metal e coisas mais pesadas, tem grande admiração por Baizley graças a seus trabalhos artísticos.

Por isso, nada melhor do que um Julgue o disco pela capa, com uma seleção das melhores artworks produzidas por ele, na opinião deste que vos fala.


Album: Black Tusk - Set the Dial
Ano: 2011

Power Trio no melhor significado da palavra, o Black Tusk foi formado em Savannah, Georgia, que por coincidência é a cidade natal de bandas como Kylesa, e do próprio Baroness, além de várias outras bandas fortissimas da cena Stoner/Sludge americana. Nem preciso dizer que a banda é bem próxima de Baizley, e este é responsável por todas as artes do grupo, mas dentre elas, Set The Dial, terceiro álbum e segundo gravado dentre da excelentíssima Relapse, é a que mais me apetece, ela foge um pouco do estilo mais tradicional e coloridão das artes do Baizley, tem uma aparência mais apagada, mais opaca, só que ainda assim, tem toda uma aura espacial muito interessante.
Vale a curiosidade de que o trio redneck apelidou seu som como "Swamp Metal", homenagem a sua pantanosa cidade, e a sonoridade Sludge altamente influenciada por Hardcore, Stoner e Southern.

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Album: Tiger! Tiger! - Cut Them Where They Bleed
Ano: 2012

Provavelmente a banda mais desconhecida das que receberam um trabalho do Baizley (não que as outras sejam exemplo de mainstream), o Tiger! Tiger! recebe o rotulo de "Progressive Indie Rock", algo que eu particularmente prefiro não comentar, a sonoridade remete um pouco aos anos 70, o vocal é feminino e até que tudo isso soa legal no fim das contas. A capa carrega elementos clássicos do estilo Baizley, mulher rechonchuda nua, coruja, pássaros e plantas. Seria John Baizley um naturista?

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Album: Gillian Welch - The Harrow & The Harvest
Ano: 2011

Provavelmente o nome mais diferente dos gêneros que costumam receber artes de Baizley, estes que usualmente remetem ao metal extremo ou progressivo, Gillian Welch já é uma artista antiga e firmada na cena folk/country americana. Como provavelmente não combinaria muito o estilo colorido e chamativo de costume, temos aqui a única capa monocolor já criada por ele, refletindo bem toda o lado sutil e também rustico do folk de Gillian.

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Album: Baroness - Yellow & Green
Ano: 2012

Obvio que uma capa do próprio Baroness não poderia faltar. Eles essencialmente seguem padrões, em seus primeiros EPs, sequencialmente foram chamados de I, II e III, a partir dos álbuns, passaram a nomear cada um deles com o nome de uma cor, e obviamente isso refletiu em suas capas. O primeiro, debut fora o Red, que claro, tinha o vermelho como cor primária em sua ilustração, em seguida veio Blue e sua capa azul (redundância), por ultimo, em seu mais recente trabalho (e mais diferente até então, muito mais melódico e melancólico que os anteriores), o álbum duplo, Yellow & Green. O trabalho nessa foi que mais me agradou de todas as capas do Baroness, para ver a capa por inteira (já que no post só está o lado Yellow, e ela conta com o Green também), clique aqui.

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Album: Kvelertak - Kvelertak
Ano: 2010

Das bandas mais legais ilustradas pelo Baizley, Kvelertak surgiu de cara chacoalhando toda a cena black metal/rock'n roll em 2010 com sua mistura sujíssima de Black Metal, Hardcore e Crust Punk, soando certas vezes como uma mistura de Motorhead com Darkthrone, é aquele som extremamente enérgico, viril, que te faz sacolejar a cabeça e cantar junto (mesmo que as letras sejam em norueguês, e o máximo que você consegue é grunhir algo que mais parece espanhol). Entre todas as capas, é minha preferida, as moças estão belas, corujas são sempre legais, a distribuição de cores também é incrível. Enfim, pra fechar o post, não tinha como ser outra.

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