segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
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Imperium Dekadenz - Meadows of Nostalgia

2 comentários

Gênero: Atmospheric Black Metal
País: Alemanha
Ano: 2013

Comentário:  Na minha primeira resenha pelo Pignes, escolhi um dos álbuns lançados em 2013 que mais me agradou, o Meadows of Nostalgia, lançado pelo duo alemão Imperium Dekadenz. O álbum foi lançado no dia 15 de março, após um período de pouco mais de 3 anos desde seu antecessor Procella Vadens. Nesse período a banda chegou a lançar um split com o Vargsheim.

Mais uma vez a banda já chama atenção com a arte contida na capa do álbum, bem elaborada e não muito reveladora sobre o conteúdo do mesmo. O álbum começa com uma faixa acústica e instrumental, que abre caminho para Brigobannis, que apresenta uma sonoridade impressionante e é acompanhada por vocais agressivos e ótimas mudanças de ritmo. A faixa seguinte é Aue der Nostalgia, da qual destaco a bateria impecável e as guitarras no timbre correto, que criam uma atmosfera profunda e remete muito claramente à sonoridade encontrada no álbum anterior da banda. Ave Danuvi é talvez o maior destaque do álbum, inicialmente mais cadenciada que as faixas anteriores, cria uma atmosfera mais amena conduzida muito bem pelos vocais marcantes do Horaz, tendo como auge o refrão cantado por um coral. Após Ave Danui, temos mais uma faixa instrumental, dando uma quebrada no ritmo que vinha sendo executado no álbum. Assim como no álbum anterior, o Imperium Dekadenz traz belas faixas instrumentais no decorrer do álbum.

Os ventos anunciam a próxima faixa: Aura Silvae. Seu início impactante e agressivo é surpreendente. Os vocais novamente se destacam e acompanhados do instrumental poderoso criado pela banda. Der Unweg vem logo em sequência, trazendo o contraste inicial entre as guitarras e um som menos agressivo do que na faixa anterior, aqui se é valorizado a atmosfera envolvente que a banda conseguiu criar e lançar ao ouvinte de maneira singular. Striga é a faixa seguinte e mantém o nível de qualidade do álbum, seu refrão é daqueles que grudam na primeira vez que é escutado. O álbum se encerra com a ótima Tränen des Bacchus, onde temos o nome Bacchus berrado nos momentos inicias da faixa. A faixa retrata o Bacchus(Baco), o Deus do vinho, da ebriedade, dos excessos, especialmente sexuais, e da natureza. E todo esse tema acompanhado pelo instrumental impecável e que não deixa a desejar, dando ponto final em Meadows of Nostalgia.

A sonoridade da banda sofreu uma leve mudança em relação ao trabalho anterior, aqui não há aquela atmosfera com um tom de agonia tão forte, é algo mais controlável e digamos até sereno. É bom poder analisar que a banda vai moldando cada vez mais seu som, se distinguindo de certos clichês e mostrando a cada álbum que lança, que tem um grande potencial e uma criatividade grande e que no futuro, tem capacidade de lançar álbuns ainda mais brilhantes.

Tracklist:

1. Durch das Tor
2. Brigobannis
3. Aue der Nostalgie
4. Ave Danuvi
5. Memoria
6. Aura Silvae
7. Der Unweg
8. Striga
9. Tränen des Bacchus

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2 Responses so far.

  1. Anônimo says:

    Nem ouvi o álbum, mas já deu água na boca. Ótima resenha :D

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