quarta-feira, 2 de abril de 2014
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Absu - Tara

2 comentários

Gênero: Black / Thrash Metal
País: Estados Unidos
Ano: 2001

Comentário: Dolmen, Azathoth, Eternus e Necrotic, são nomes de bandas de curta duração que existiram entre o final dos anos 80 e início dos anos 90, no estado do Texas, Estados Unidos. Das cinzas dessas bandas surgiu no ano de 1991 o Absu, que inicialmente se aventurou pelo Death Metal, como tantas outras bandas fizeram nesse período. mas com o tempo, a banda adotou uma sonoridade que mescla Black e Thrash Metal como base a ser trabalhada em suas músicas, contando com uma temática voltada ao ocultismo  e mitologia.

Com seis ótimos álbuns de estúdio e uma legião de fãs espalhados pelo mundo, a banda é um nome de respeito no cenário americano. Com tantos ótimos álbuns de estúdio, selecionei o Tara por ser o que mais me agrada, último da trilogia que tem como temática a Mitologia Celta. O trio formado por Proscriptor McGovern (bateria, vocal, sintetizadores), Equitant Ifernain (baixo) e Shaftiel (guitarra, vocal), se empenhou bastante na criação de Tara e o resultado foi muito satisfatório.

O álbum lançado no ano de 2001, possui uma produção de grande qualidade, o que torna mais proveitosa a execução do álbum, no qual podemos perceber todos instrumentos e vocais com bastante nitidez. A sonoridade não foge do padrão que vinha sido executado pela banda. O instrumental traz aquela carga necessária de agressividade, velocidade e dinâmica, algo que é muito bem realizado pelo Absu. A bateria novamente é um dos pontos fortes do álbum, Proscriptor dá conta do recado nas partes mais intensas, apresentando uma técnica incrível. Os vocais também estão de parabéns, despejando agressividade através de letras baseadas na Mitologia Celta, como disse anteriormente. Alguns artistas fizeram uma participação especial no álbum, entre eles Melechesh Ashmedi (Melechesh) e King Diamond, que devido a restrições contratuais é creditado como  Masthema Mazziqim, pseudônimo que foi utilizado por um dos membros do Dolmen anteriormente.  

A faixa de abertura homônima, é uma bela introdução na qual é utilizada uma gaita de fole, abrindo o álbum de maneira primorosa. A tranquilidade contida na faixa de abertura, desaparece na faixa seguinte, Pillars of Mercy apresenta uma bateria destruidora, acompanhada de riffs excelentes e de vocais impecáveis. She Cries the Quiet Lake, mantém o peso característico do álbum, mas possui partes mais cadenciadas e bem trabalhadas, na qual destaco a bateria (que é perfeita no álbum inteiro) e os riffs bem empolgantes. Essas são as duas faixas que mais me agradaram no álbum, mas poderia citar qualquer outra, uma vez que todas possuem bastante qualidade. 

Tara é um álbum excepcional, interessante e que empolga o ouvinte. Certamente o álbum de maior destaque na discografia dessa banda, que conta com outros álbuns que merecem ser conferidos. O que foi realizado em Tara é fascinante e totalmente indicado para aqueles que gostam de um som mais extremo, com uma temática interessante e bem produzido. 



Tracklist:
01 - Tara
02 - Pillars Of Mercy
03 - A Shield With An Iron Face
04 - Manannan
05 - The Cognate House Of Courtly Witches Lies West Of County Meath
06 - She Cries The Quiet Lake
07 - Yrp Lluyddawc
08 - From The Ancient Times (Starless Skies Burn To Ash)
09 - Four Crossed Wands (Spell 181)
10 - Vorago (Spell 182)
11 - Bron (Of The Waves)
12 - Stone Of Destiny (For Magh Slecht and Ard Righ)
13 - Tara (Recapitulation)

Download: Mediafire

2 Responses so far.

  1. Kyle says:

    Realmente esse álbum é monstruoso e a bateria é um capítulo à parte. Ótima resenha.

  2. Finck MG says:

    A bateria é sensacional mesmo, é um crime falar de Absu e não elogiar ela. Obrigado pelo comentário!

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